É extremamente desagradável pensar no quanto tenho sorte. Costumo comemorar e sofrer com outras pessoas, assim, quando ouço alguma história triste ou encontro alguma pessoa abatida, os meus olhos ardem e eu choro ser perceber. E sinto muita pena. E vergonha. Vergonha por ter uma vida maravilhosa, e ficar irritada por razões fúteis. Queria poder abraçar cada alma pura e sofrida. Queria poder pegá-los no colo, um por um, e dizer que vai ficar tudo bem, que eles não tiveram a chance de viver, de sonhar, como merecem. Queria poder consolá-los, enxugar as lágrimas e deixá-los dormir apoiados no meu ombro. Eu nunca me queixaria. Eu adoraria poder ouvir seus problemas enquanto sirvo algo pra beber e digo que agora tudo vai ser diferente.
É, eu adoraria salvar o mundo dessa forma. Mas não dá.
Se existe alguma coisa que me impede de viver feliz pra sempre no meu reino alemão encantado cheio de florestas magníficas e antigos castelos que lhe dão um ar de conto-de-fada é essa maldita mudança climática inexistente no Brasil.
É brutal: num dia, você está andando descalça pelas ruas com uma blusa sem mangas. Depois de uma semana, você passa pela mesma rua, com as mãos enfiadas em luvas e as luvas enfiadas nos bolsos. Eu juro, não tem coisa pior do que acordar de manhã e ter que ir ao banheiro com uma privada fria feito gelo.
É quase absurda a idéia de que uma pessoa tenha nascido e crescido num continente cuja temperatura chega ao zero todo ano. Quando eu falo para os meu colegas que no Brasil eu geralmente ia ver os fogos de artifício na praia e depois molhava os pés na água pra entrar já temperada no ano-novo eles me olham incrédulos: qualquer um que entenda um pouquinho de geografia sabe que no norte do planeta as estações são contrárias as do sul (por isso o mês mais quente é em julho ou agosto). Mesmo assim, eles acham isso muito estranho.
Eu pretendo terminar os estudos por aqui e depois me mandar pra uma ilha subtropical. Não me levem a mal, eu adoro as pessoas simpáticas, a vegetação e a comida daqui. Mas nada nesse mundo me faz morar num lugar com menos de 20°C pelo resto da minha vida!
Sim, os animais mesmo. São independentes, mas gostam de carinho. São silenciosos e ótimos caçadores. Tem o pêlo mais macio do mundo e uma cabeça pequena, gostosa de acariciar. Os olhos são os mais interessantes que eu já vi. Durante o dia são traços negros que parecem olhar através de você e chegam a dar um certo medo. À noite são enormes pupilas redondas, quase como num mangá, que parecem ser tão grandes quanto a lua. São elegantes, tem um miado irresistível e um ronronar que deveria ser usado como trilha sonora pra quem tem insônia. São astutos, são velozes, são quase sagrados. Eu realmente amo gatos!
E pra não ser mais daqueles posts sem conteúdo, aí vai uma das minhas músicas preferidas. Atenção: é em japonês! A trilha sonora de "Lovely Complex", altamente recomendado!
Bom, eu estava chafundando (será que a palavra está no dicionário?) os meus antigos cadernos de matemática, com mais rabiscos do que cálculos, e encontrei um poeminha que escrevi, sei lá, na quarta série. Eu tinha uns 10 anos na época, e era uma pirralha romântica e materialista (e meio complexada). Eu raramente escrevia poemas, e quando o fazia, morria de vergonha deles. Não é a mesma coisa que escrever em prosa, quando eu posso falar o que quiser sem me preocupar se as palavras rimam ou não. Na verdade, eu nunca gostei de poemas. E nem daqueles ditados bregas de duas frases como "em briga de marido e mulher, ninguém mete a colher". Poemas só são bons quando viram música, dá até gosto recitar. Ou poemas beeeem compridos, que são claros e divertidos (alguém conhece "Um Pacato Vilarejo"? Qualquer dia escrevo aqui), diferentes daquelas coisas sempénemcabeçasupermelodramáticas que as patricinhas insistem em escrever na sua agenda novinha em folha.
Amantes de poesias, por favor, não fiquem bravos comigo. Eu sei que gosto não se discute, mas expressar opnião todo mundo pode, né? E, aliás, só pra ninguém ficar com ressentimentos, eu posto o meu poeminha de 5 anos atrás. Podem rir à vontade, o meu negócio são frases inteiras mesmo. Então lá vai.
"Sem querer"
Eu quero um dia de sol Durante o inverno E alguém que me jure O seu amor aterno
Eu quero um céu de morango E uma geléia Feita de azul Aprender a nadar Uma viagem pro sul
Eu quero a paz mundial E que a pipoca tenha mais sal Dormir no sofá Não ter mais que estudar Eu quero achar meu fim e começo E que tudo pare de ter um preço Ter a mente sã E balinhas de hortelã
Eu quero viver numa tribo Que alguém venha dançar comigo Viver em perigo Ter um melhor amigo
Eu quero fazer bolhas de sabão Dirigir na contra-mão Catar conchinhas Dormir com as galinhas
Eu quero pintar a rua com giz Sapatos de verniz Botar os pingos nos is E criar o meu final feliz
Hahahaha, gente, faz tanto tempo que eu escrevi isso. Eu lembro direitinho do dia: a professora ensinava expressões numéricas e quando ela virava pro quadro, o meninos da sala jogavam bolinhas de papel uns nos outros. Eu tava lá no meu canto, olhando pra janela quando uma das armas brancas voadoras antingiu a minha cara com tudo. Eu arremessei ela de volta pro moleque como se fosse uma bola de baseball, mas ele desviou e acabei mirando sem querer na professora. Ela se virou e os meu colegas traiçoeiros apontaram pra mim. Resultado: pude passar o resto da aula no pátio da escola, aproveitando aquele sol de 8 da manhã aconchegante, com um pedaço de papel na mão, um lápis minúsculo na outra (eu sempre tinha algo assim nos meus bolsos), mais inspirada do que nunca.
Na aula de história aprendi que na Idade Média as pessoas costumavam morrer "de repente", seja por causa da peste, de bandidos, de regras da igreja católica, os diabos!. Daí surgiu a frase em latim memento mori, que significa algo como "lembra-te de que vais morrer". Desse pensamento surgiram duas filosofias: vanitas e carpe diem.
A primeira diz que tudo é passageiro, sem importância. Por isso o ser humano deve renunciar a todos os inúteis bens materiais e se dedicar inteiramente a Deus. De acordo com a blíbia, uma outra vida nos aguarda. Uma vida sem preconceitos, sem doenças, sem tristeza, onde todos cantarão em louvor a Deus. Portanto, nossa casa, nossa família, nosso corpo, até nosso esmalte de unha, é completamente inútil.
A outra versão, carpe diem, é completamente diferente. Significa "aproveite o momento", o que quer dizer: "Beleza, já que eu posso estar morto amanhã, vou fazer tudo o que tiver vontade hoje!". Afinal de contas, a vida mundana não é tão vazia assim. E quem pode garantir que existirá mesmo um futuro após a morte? A ideia de nos tornarmos apenas poeira perdida no esquecimento é assustadora, mas possível. Ou seja, aproveitar a vida o maxímo possível (sem se esquecer das responsabilidades, é claro).
Porque estou dizendo tudo isso? Bem, eu vejo pessoas completamente nervosas por aí, ou que desistiram de agir como as crianças puras que foram um dia. Tenho um recado pra essas pessoas: eu e você, seres com boa saúde, comida na geladeira e escova de dentes, que não moram em desertos, reformatórios ou áreas de guerra, temos todos os motivos para sermos "carpe diemianos". Eu sei que o futuro é algo "de muitíssimo valor", mas viver é um privilégio. Rir é um privilégio. Ir ao banheiro é um privilégio.
Então, faça-me o favor e VIVA! Nunca é tarde pra começar. Mesmo se você não souber se vai acordar amanhã.
Se você ainda acredita que balançar a cabeçar pra cima e pra baixo significa "sim" e pros lados "não" no mundo inteiro, então esqueça isso. Na Bulgária é ao contrário.
Estranhamente, "ahã" e "ãhn-ãhn" continua sendo entendido internacionalmente.
Finalmente arranjei um tempo pra escrever aqui! E não foi só graças a "autoridade superior" (bom, eu sou mais alta que a minha mãe, mas você entendeu). O fato é que essa semana foi uma loucura. Como se não bastasse ter viajado mais de 10 horas de avião no domingo e ter que ir à escola na manhã seguinte, eu também havia perdido uma semana inteira de aula! Não sei mais quantas vezes eu tive que entar em fila de papelaria pra comprar cadernos, borrachas, canetas, lápis de cor e mais cadernos.
E isso não é nem o começo! Além de ter que acordar 5:40 todo dia, eu agora vou ter aula de caratê, de francês, de política...
Bom, já deu pra entender meu drama. Obrigada, Deus, pelos fins-de-semana sagrados que tenho.
~
Mas enfim, estou de volta! Faz quanto tempo desde o último post? Dois meses? Três?
Passei agosto inteiro e metade de setembro no Brasil. Foi bom reencontrar meu pai (e um pedacinho da família), comer pão-de-queijo e sentir calor de verdade.
Mas nem tudo foi às mil maravilhas: meu pai mora numa cidade pequena, na pontinha de Minas, e insistiu em nos deixar lá na MAIOR parte do tempo (será que ele tem ciúme de nós com o resto da família??). Ter estado em Belo Horizonte por três dias foi algo que gosto de chamar de "um morango no meio de uma salada de abacate" - não, não gosto de abacate.
Esse "nós" inclui meu irmão. O moleque teve sorte, ficou jogando video game com um vizinho da idade dele o tempo todo. E eu? Só me restava ler, comer e dormir. E assisitr televisão quando os meninos davam uma folga. Foram férias feitas pra querer voltar à escola. Isso sem falar, é claro, da casa abandonada ao lado que ganhou um novo dono. O descarado estava resconstruindo tudo, e o barulho ia até as 11 da noite. Os ratinhos do tamanho de uma mão adulta que não gostaram dos estrondos na sua casa se refugiavam no nosso e quintal e/ou lixo. Se tem um animal que me deixou algum trauma nessa vida, foi um rato. E eu já falei do carro que parou no meio do nada e teve que ser puxado por um caminhão debaixo da chuva? E que tal a cadela esquisita e saltitante que o paps tem?
Mas no meio de tanta bagunça ("aventuras"?), eu encontrei uma salvação: meu diário foi como uma tábua flutuante no meio do oceano. Sempre achei que diários fossem como um porta-lembranças pra se ler depois e recordar momentos e sentimentos importantes. Mas eles também tem outra função. Tão óbvia, que eu nunca cheguei a pensar nela: desabafar.
Nessas férias, eu descobri em mim um lado obscuro e poético que eu nem imaginava existir. Talvez os meus...manuscritos não sejam assim tão bons para os outros, mas eu os considero no mínimo geniais. Saber que eu podia ser tão diferente de mim mesma me assustou e fascinou ao mesmo tempo. Acho que isso é muito importante. Descobrir (e aceitar) que você também possui "o lado negro da força" te faz transpor limites desconhecidos. Eu estou muito mais satisfeita comigo agora do que há umas semanas.
E devo isso a essa experiência "catastroficamente perfeita". Valeu pai!
Hahaha, eu já tentei portar aqui umas 3 vezes, mas sempre acontece alguma coisa e eu nunca consigo escrever algo até o fim! xD (buh u.u)
Sim, estou viva, tenho 15 anos, vou viajar no mês que vem e só volto do meio de setembro. Ah, e eu voltei pra minha mania com Inuyasha! /o/
Iéééééééé!!! Fofo né, mais imagens! Mais imagens! *-*
Fofo né? Eu recomendo!
E já que estamois falando de animês, também tem mais um super.ultra-mega-maravilhoso que eu achei por acaso no YouTube, com legenda em português! O nome é Fruit Basket. Nem vou falar nada sobre isso, vocês que tem que ver! (eu chorei no fim do epsódio 15, foi o mais lindo até agora T_T)
Não, não. Eu não fui atropelada e morri de vez, e nenhum raio fez o poste que cuida da nossa santa eletricidade tombar. Ainda estou aqui!
Só que estou sem tema (pra variar!). E pensar que eu vivo dizendo que quero ser escritora! Alguém que não escreve num blog há mais de um mês! Fala sério.
Bom, vamos procurar assunto. Que tal eu falar do meu dia? Blé!! Tem coisa pior do que começar um texto com "Querido Blog..."? (imitação barata de "Querido Diário...", que aliás também uma tremenda falta de criatividade!). Uia, peraê! Já sei o que é pior! Tratar blog como se estivesse falando com a Moça do Xampu do salão de beleza: "Hoje eu fui na feira, comprei goiaba, peixe e abacaxi, depois fui no cinema (mais 30 linhas falando do bendito filme), depois fui na banca da esquina do seu Zé Bedé e comprei revistas n° 1, 2, 3, e mais o chiclete de menta com laranja, tudo baratinho, só oito reais e quarenta e sete centavos..." Ai, a louca! (falando em salão, cortei meu cabelo hoje, um corte em V, ele tava muito rebelde - QUEM SE IMPORTA, CARA-PÁLIDA??)
Bom, pra vocês terem algo o que ouvir enquanto leem essa coisa sem sentido que meus dedos insistem em digitar (não é conjunto desordenado de palavras o nome dessa tralha?) aí vai uma das minhas músicas preferidas do Green Day:
Bom, e vocês, pessoas desocupadas? O que contam de novo? Eu sei que não tenho sido uma blogueira muito exemplar...ando desperdiçando o meu sagradérrimo (se é que a palavra existe) tempo na internet com vídeos no YouTube. Tem coisas interessantes lá se você procura direito.
Ao contrário do que alguém deve estar pensando, eu não estou deprimida de novo, ou algo parecido. É só o dia que tá se arrastando. Hoje é um nothing-day, agora mesmo é uma nothing-hour. Mas isso é agora, nesse instante. Tudo junto não é uma nothing-life. Não existem nothing-lives.
Tudo bem, estou falando coisas sem sentido, mas quero escrever alguma coisa. O meu professor do ano passado (que sabe que quero ser escritora) vivia me estimulando a transformar as coisas que penso em letrinhas miúdas, mas legíveis. Acho legal essa dele se importar assim (bom, eu também prometi que ia transformá-lo em algum personagem secundário do meu primeiro livro...falou, tá falado, né?) Pois bem, aqui estou. Escrevi alguma inutilidade que saiu da minha cabeça vazia. Será que conta?
Hora da despedida. Hora de ouvir outra música. Provalvelmente vocês já a conhecem, deve estar até em novela. De qualquer maneira, eu gosto dela assim mesmo. Jason Marz - I'm Yours
É isso aí gente. Flamingo-voador saindo da área de contato. Nossa agência agrace a sua visita e eterna paciência. Desejamos a vocês uma boa aterrissagem e uma estada agradável na nossa Página de Comentários que já está próxima se olharem pela janela. Marshmallows S/A, sua melhor escolha. Beijomeliga!
Ah...é primavera de novo! Tudo fica colorido, eu posso tomar sorvete e usar jaquetas "normais". Ou jaqueta nenhuma! Eu uso as sandálias fofas que ficaram meses e meses esquecidas no armário. E a brisa gostosa que entra pela janela, e não aquele ar sufocante de aquecedor? Eu vi uma borboleta hoje! Eu andei descalça! Eu coloquei uma margarida atrás da orelha. Eu cantei "Love Story", de uma Taylor-sei-lá-o-quê com as minhas amigas! Música brega, mas eu curti cada letra!
Se tem algo realmente espetacular no inverno, é que ele morre maravilhosamente.
Essa sensação é tão horrível! Eu entro sempre no meu blog, vejo se tem algum comentário novo, clico em "Criar postagem"...e mais nada! Ao ver a janela em branco, minha mente fica branca também! Nada de idéias, nada de novo... A janela fica aí, pendurada na tela do computador, sem sofrer qualquer alteração. Deprimente? Também acho.
Deviam inventar um manual dizendo: "O Que Fazer Quando Você Não Escreve Num Blog Há Semanas Mas Não Tem Coragem De Abandoná-lo". Talvez até já exista alguma coisa assim. Preciso me informar.
Bom, já que estou aqui, vou falar do meu dia (o que é realmente chato, já que toooodo mundo só usa blog como se fosse um diário, e isso é muito tosco!). Enfim. Acordei atrasada e vi que tinha cara de chuva lá fora. Peguei o promeiro guarda-chuva que vi e fui pra rua. Um quarteirão depois começou a choviscar e eu abri o meu umbrella. Droga! Eu tinha que ter pego justamente o mais quebrado! Imaginem vocês: nós temos uns 8 guarda-chuvas aqui em casa, e apenas UM está destroçado em quase todas as pontas. Êêêê, viva eu...!
Cinco minutos depois a chuva ficou forte. Forte MESMO! Nunca tinha visto isso aqui antes! Lotes e lotes de baldes d'água caindo sem parar destruíram o meu guarda-chuva como se ele fosse de papel. E o vento levou o que havia sobrado. O que fazer? O que fazer? Por sorte não estava nem um pouco frio e eu pude tirar a minha jaquena e usá-la como pára-raio. Quer dizer...proteção.
E no meio da bagunça eu me toquei que já havia perdido muito tempo. Enquanto subia uma maldita e escorregadia ladeira - meu terror nos dias de neve - notei que o ônibus já estava de saída!
"Ô! Espera! Caramba, eu preciso pegar esse ônibus! Ei! Motorista! Espera!!!!"
Por sorte o mostorista me viu, parou no meio da rua, quase atropelou um cara, e abriu a porta. Eu estava a ponto de vomitar meu coração, estômago e fígado. Depois daquela correria, minhas pernas pareciam gelatina. Entrei no ônibus, acehi um lugar vago, joguei minha jaqueta e bolsa ensopadas pra um canto e sussurrei "obrigada", enquanto respirava ofegante.
Só depois do ônibus ter passado por uns 3 pontos e eu já ter espirrado umas 30 vezes, é que me lembrei de uma coisa muito importante:
O professor de matemática estava doente. Ele não viria hoje. E as duas primeiras aulas eram justamente de matemática!!! Eu poderia estar na minha cama! Shit.
Sei lá se algum de vocês conhece...de qualquer forma, ando meio viciada em Avatar esses dias. Finalmente vou poder ver o final! Livro 3: Fogo!! Vivas! Vivas!! \o/
Pra comemorar, ai vai uma manada de fotos dos personagens! (ps: não, isso não é um animê!)
Aang ^^
Katara =D
Toph \o/
Sokka xD
Suki =)
E o meu preferido de todos..príncipe Zuko!!! *o*
Aahh!! Esquece a Avatar-mania! Agora estou na Zuko-mania!! Yeaaaahhh!!!!
E não é? A gente só vê as coisas bonitas quando tudo está ruim. As férias só são boas por causa das aulas. O quarto só está arrumado porque antes era um caos. A gente só aproveita os dias bonitos porque antes não parava de chover. E a gente só ora quando precisa, só agradece por estar vivo quando precisa.
Hoje é dia de agradecer. Então tá, que tal se a gente começasse assim: Obrigada. Obrigada por ter saúde, por ter cinco dedos em cada mão, por ter braços e pernas, por ter perfeito contole sobre o meu corpo, por ter dentes, por poder tomar banho todo dia, por ter amigos. Obrigada por ter roupas no armário, por ter sapatos nos pés. Por ter pés. Obrigada pelo sol e pela chuva, por poder sentir o perfume das flores. Obrigada por poder estudar, trabalhar. Obrigada pelos dons da visão, tato, oufato. Obrigada por porder morar no planeta azul. Por poder sorrir. Chorar. Ter um ataque de nervos e depois dormir. Sim, obrigada por sonhar. Obrigada por viver.
E agora vocês continuam. Falta tanta coisa pra agradecer...
Ouquéi, eu sumi mesmo, mil e tanta dasculpas ú.ù' A verdade é que eu estou TOTAL DE COMPLETAMENTE SEM ASSUNTO então, já viu né? >.>
O que me resta? Sei lá, que tal se eu copiasse e colasse alguma música?
Ando meio viciada em Norah Jones esse dias, aqui vão duas das minhas músicas preferidas! o/
"Come away with me in the night Come away with me And I will write you a song
Come away with me on a bus Come away where they can't tempt us With their lies
I want to walk with you On a cloudy day In fields where the yellow grass grows knee-high So won't you try to come
Come away with me and we'll kiss On a mountaintop Come away with me And I'll never stop loving you
And I want to wake up with the rain Falling on a tin roof While I'm safe there in your arms So all I ask is for you To come away with me in the night Come away with me..."
Quem adivinha o nomeda música? Sim, exato! Come away with me! E a segunda: What am I to you?
"Tell me darlin' true To me you are the sea Vast as you can be And deep the shade of blue
When you're feelin' low To whom else do you go? I'd cry if you hurt I'd give you my last shirt Because I love you so
Now if my sky should fall Would you even call? I've opened up my heart I never want to part I'm givin' you the ball
When I look in your eyes I can feel the butterflies I'll love you when you're blue Butt tell me darlin' true What am I to you?
If my sky should fall Would you even call? I've opened up my heart I never wanna part I'm givin' you the ball
When I look in your eyes I can feel the butterflies Could you find a love in me? Would you gave me a tree? Don't fill my heart with lies I will love you when you're blue But tell me darlin' true What am I to you?"
Desde tempos imemoriáveis foi sempre o homem o dono do mundo. Era ele o chefe. Ele ia caçar. Ele ia pra guerra. Ele pagava as contas. Ele colocava comida na mesa. Ele mandava.
Até que em 1857, nesse mesmo dia, um grupo de mulheres resolveu mudar isso. Elas queria lutar pelos seus direitos. Foram queimadas vivas por exigir seus direitos.
Elas morreram, mas nós estamos aqui. Nós cuidamos da casa e cozinhamos, mas também vamos à escola ou trabalhamos. E mesmo para aquelas que não o fazem, mesmo assim, elas são livres.
Tá certo, nem tudo acabou. Ainda existem problemas. Ainda existe machismo. Mas não importa agora. Hoje, o dia pertence a nós. A todas nós.
* * * * * * * * * *
Eu fui a inspiração da minha mãe hoje. Bom, ela também me inspira. Aliás, sem ela eu não seria eu. Sem ela eu nem estaria aqui! Sempre achei esse ciclo perfeito: mulheres geram outras mulheres, que gerarão mulheres também. Nunca acaba. Minha mãe também é o meu maior exemplo. (oooops, foto errada!)
(ok, melhorou!)
Tudo de bom pra nós! O dia é nosso! O caminho é nosso! O mundo é nosso!! (exagerei?...ah, que nada!)
No fundo, acho que sou uma criançona mesmo. Quem mais gastaria o seu sagrado tempo ao computador, assistindo o filme "A Bela e a Fera" no YouTube?
Eu GOSTO do filme. Faz muito, muito tempo, desde a última vez que tinha visto. Entre todas as princesas da Disney, Bela é uma das minhas preferidas. Por que? Porque ela lê! Será que não lembra alguém? =P De qualquer forma, vale a pena sim. Assitir algo que você não via há anos é muito bom!
Existe alguém como eu? Se a resposta for sim, pode clicar aqui, e assistir a primeira cena de outras 25. Só não esquece a pipoca!
Passei quase duas horas passando roupa, que aliás, um dos meus passatempos favoritos não é. Mas o lado bom é que pra passar o tempo, a gente fica pensando em coisas passáveis, mas que valem a pena serem pensadas. Possivelmente vocês pensam que no fundo eu gosto de passar roupa. Pensaram errado. Eu gosto é de passear! Minha mãe vai duvidar disso, porque eu passo o dia em casa. Mas eu passeio sim! Só que na minha cabeça. E na minha cabeça eu passeio de avião. Sou passageira. E na minha passagem dizem que sou modelo. Umas daquelas sem pé nem cabeça, que, apesar disso, desfilam com passos firmes na passarela. Eu sou ela e ando sem medo, seja sorrindo ou séria. E passo por várias pessoas sem olhar pra trás, passeando com as roupas que acabei de passar...
*Estou pirando de vez. Estou melhorando sempre mais. Mas na verdade, estou só de passagem...
Tudo bem, tudo bem, entendi. A explicação pro meu texto baixo-astral passado é só uma fase que vai durar pra sempre, embora seja como a lua, que de repente some, mesmo que a gente saiba que ainda está lá em algum lugar. Fazer o que, né?
Hoje comprei um salgadinho com um sabor suspeito e dentro do pacote tinha um brinde. Um anel que muda de cor conforme as emoções. Experimentei o anel, tirei, sacudi, lavei, coloquei dentro do microondas e do congelador. Não tem jeito: o anel está sempre PRETO!!
Enquanto voltava da escola, teve uma chuva rápida com muito, muito vento. Mesmo usando um quarda-chuva quebrado em uma das pontas, quase saí voando em algum instante. Pelo menos uns 3 centímetros, tenho certeza.
Na aula de biologia estudamos sobre dentes. Dentes humanos, de boi, de gato, de cão, de lebre, de morcego e até de baleia (barbatanas). A professora trouxe o que seria a cabeça sem pele e carne de cada um deles. Acho que vou virar vegetariana.